a morte por azar (conto)

Estaba Deus a começar a missa quando reparou numa nuvem vazia…

Deus pegou na sua roleta da sorte e sorteou um número.

Mordillo de seu nome encontrava-se na rua a caminho de casa, tinha acabado de por os cornos à sua namorada quando de repente se ouvem umas vozes de fundo que diziam:

-Cabrão! É aquele cabrão!

Mordillo acelera o paço e enfia-se por uma viela esperando o alarido passar. Nisto de repente cai uma vidraça do sexto andar que se escancára completamente diante de sua cara espantada.

Foi então que mordillo se pôs a paço apressado na esperança de chegar rapidamente a casa.

Quando entra na rua principal de sua casa repara que a janela da sala de seu apartamento se encontra com a luz apagada e apressa-se a paço de corrida. Depois de entrar em casa e ter verificado que sua namorada não estava estranhou e meio em pânico, lembrando-se que sua mulher pode se ter fartado de esperar por ele para o jantar, pôs-se em andamento acelerado a caminho do café habitual que ela e as amigas costumavam frequentar.

Ao chegar notou num grande alarido e perto, dentro do bar, estava um homem bêbedo aos berros reclamando que mulher dele nunca lhe poria os cornos com desgraçado nenhum e foi então, que ao entrar, o bêbedo olhou para ele e esfaqueou-o até que a faca se partisse.

Adiante…

Foi então que Deus nota a presença de mordillo em cima da nuvem e começa a missa.

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