Alvaro e idá, Ana e pedro, Lenda do Vento (conto de Terror)

Alvaro era o prometido de Ana o seu amor. Para que o casamento se realizasse era preciso que Alvaro se aventurasse por mar adentro e trouxesse riqueza, prosperidade e fertilidade para a cidade de sua prometida que passava por momentos angustiantes de escassez de comida.

Assim Alvaro fez-se ao mar após se ter despedido de Ana com um prolongado beijo de ternura, numa manhã de vento assolarada de mar agitadiço.

Passaram-se 5 dias e 5 noites e um pombo com alguma mensagem de Alvaro não dava sinal de aparecer e Ana angustiava mas mantinha fé na viagem pelo mar de Alvaro e seus marinheiros…

Alvaro sentia seu barco ser puxado a toda a força e velocidade rumo ao desconhecido, como se algo de urgente o puxasse para a frente a todo o custo.

Passaram-se 5 semanas e o pombo não tinha aparecido, Ana passára da angustia para um estado de ausencia de fé e muita ansiedade perdendo a calma e caindo num estado tremendo de ansiedade e amargura. Pela janela do quarto via os ramos das árvores torcer de um lado para o outro onde não havia lugar para o descanço de uma pluma e dava consigo em pânico sem saber se conseguiria ter forças para continuar a acreditar.

Alvaro ao acordar repára numa gaivota a pescar mergulhando num mar de pouca agitação.

Na terrinha de Ana, O rei manda seu filho acalmar Ana e entregar-lhe um pão embrulhado num guardanapo com um copo de leite morno.

A tempestade piorára e Ana era como se nas trevas estivesse e recebeu o filho do rei como se um milagre tivesse acontecido.

Pedro o filho do rei, desembrulhou o pão e ofereceu-o a ana e em seguida o copo de leite. Após provar o leite ana agarrou Pedro e devorou-o selváticamente…

Alvaro reparou que o vento tinha cessado, fazia muito calor e avistara terra por muito perto e deu ordem para baixar as ancoras prendendo o barco perto de uma boa zona para chegar de bote à praia.

-parece que encontrei o meu paraiso, disse Alvaro sem acreditar no que vislumbrava e ao tocar com os pés em terra firme uma tribo os esperava com uma bandeja de bambú repleta de fruta.

Alvaro foi apresentado ao chefe e o chefe o apresentou à filha “idá”. Dias se passaram e Alvaro foi presenteado com todo o tipo de riquezas do ouro às pedras preciosas e manjares tipicos de um rei.

Chegou à altura de partir disse Alvaro após se deleitar pela quinta noite consecutiva com idá e anunciou ao chefe que tinha de partir e idà a chorar pergunta a Alvaro porque tinha de partir e se por acaso tinha alguma mulher à sua espera e foi algo que pedro não conseguiu disfarçar, seguindo do pânico ao suor quente e ao medo.

idá manda um assobio e a tribo espetou-o com lanças até que seu coração desaparecesse.

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