A melhor resposta para a debilidade e o défice da democracia portuguesa

A melhor resposta para a debilidade e o défice da democracia portuguesa:

Portugal ainda não garante uma vida digna e possível para quem é excluído da sociedade.
A democracia portuguesa é um regime de imposição à força e não dá garantias nem condições para o seu desenvolvimento.

Quem é excluído pela sociedade não tem garantias de uma vida possível e justa.

A democracia portuguesa é mais desigual que o regime de Salazar. É uma democracia da força da maioria e injusta para 2,7 milhões de portugueses em 10 milhões apenas.

A Alemanha garante uma vida com dignidade. Portugal como é, nunca será melhor que a Alemanha.

A democracia portuguesa é injusta e desigual para muitos e condiciona o crescimento e desenvolvimento dos seus.

A democracia portuguesa nunca soube o verdadeiro significado da democracia.

A democracia portuguesa tem estado doente e continua a sofrer de uma esquizofrenia coletiva.

Enquanto houver possibilidade de exclusão social, Portugal nunca terá capacidade para produzir algo benéfico para o país.

Os portugueses serão sempre mal vistos enquanto estiverem habituados a viver com desigualdade social.

A política portuguesa 43 anos depois do 25 de abril, continua a sofrer de esquizofrenia e debilidade.

Enquanto houver um buraco, Portugal vai andar a divertir-se a mandar pessoas para o buraco. Portugal está doente.

A igualdade social, obriga as pequenas, médias e grandes empresas a pagar mais aos empregados e obriga ao seu maior desenvolvimento e crescimento.

É de direito do cidadão, ter as condições para fortalecer e crescer mesmo com a força de todos contra o crescimento individual.

Dar as condições e não o dinheiro, provoca dívidas no geral ao cidadão, a quem empresta o dinheiro e a Portugal.

Só com bases bem sólidas é que se pode construir um grande Império. Sem as condições necessárias não consegue crescer uma planta nem se desenvolver de uma forma certa e correta.

É de um manicómio que se ergue um monstro.

Só um monstro é capaz de erguer uma geringonça.

A democracia portuguesa está e continua doente!

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