Um filtro para o financiamento ao terrorismo

Sabia que 80% do dinheiro obtido através do mercado paralelo pode estar a ser usado no financiamento a redes de terrorismo?
O dever dos estados da UE de legislar, taxar, e do controlo apertado do mercado paralelo não é só uma maneira de filtrar o financiamento ao terrorismo. Nos tempos atuais é uma necessidade!
É certo que qualquer Estado ao taxar as drogas leves terá mais capacidade para reforçar o controlo do capital no mercado paralelo assim como para maior uso na propaganda e prevenção da toxicodependência. Terá mais capacidade para resolver os problemas sociais resultantes dos problemas ligados ao consumo de drogas.

Ao investir no seu controlo, o Estado poderá ganhar capacidade para distribuição controlada de drogas pesadas no sentido de controlar o seu consumo minimizado problemas sociais ligados à criminalidade, delinquência e violência doméstica ligada aos familiares que sofrem com o consumo diário dos seus filhos que sofrem de toxicodependência.

Taxar as drogas leves significa ganhar maior capacidade para a investigação mais apertada, maior capacidade para a prevenção e propaganda e maior capacidade para o controlo do consumo das drogas pesadas, minimizando o capital que circula dentro do mercado paralelo e aumentando o emprego e a economia do país.

Juntando o útil, não ao agradável mas ao necessário, o resultado é mais emprego, mais prevenção, mais investigação, maior controlo, maior taxa de consumo controlado, menor criminalidade e delinquência, menor capital a circular no mercado paralelo e menor fuga de capital que poderia ser utilizado em prole do financiamento ao terrorismo bem como maior taxa de sucesso na identificação de células ativistas e terroristas.

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